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O documento a seguir apresenta como o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) pode respaldar parcerias mais horizontais entre investidores e iniciativas comunitárias a partir do estudo de caso da Fundação AMAGGI.

O texto percorre uma série de experiências voltadas ao desenvolvimento institucional de organizações sociais, onde até então a Fundação AMAGGI vivia um momento de inflexão. Desde a pandemia, toda a equipe vinha acompanhando o papel fundamental desempenhado por iniciativas comunitárias e a necessidade de fortalecê-las. Junto com essa constatação, havia a percepção de que, para que essas iniciativas conseguissem acessar mais recursos, seria necessário reorganizar a forma de fazer parcerias.

A experiência demonstra que a qualidade das relações é parte essencial da desburocratização e da flexibilidade que esse tipo de investimento requer. Ainda, o alinhamento com políticas públicas nacionais — construídas de forma participativa, como a Lei MROSC —, somado ao fortalecimento da missão de cada iniciativa em sua comunidade, revela-se uma condição decisiva para a construção de uma sociedade civil mais forte, autônoma e capaz de sustentar transformações duradouras.

Acompanhe o estudo completo logo abaixo.